terça-feira, 3 de agosto de 2010

O MUNDO SEM DEUS VAI DE MAL A PIOR


“A quem tenho eu no céu senão a ti? E na terra não há quem eu deseje além de ti”. (Sl 73.25)

VERDADE PRÁTICA

O crente como sal da terra e luz do mundo, deve demonstrar à sociedade pós-moderna, através de seu testemunho, a maravilhosa transformação efetuada por Jesus Cristo em sua vida.

LEITURA BÍBLICA

SALMO 53.1-4

1- Disse o néscio no seu coração: não há Deus. Têm-se corrompido e têm cometido abominável iniqüidade; não há ninguém que faça o bem.

2- Deus olhou deste os céus para os filhos dos homens, para ver se havia algum que tivesse entendimento e buscasse a Deus.

3- Desviaram-se todos e juntamente se fizeram imundos; não há quem faça o bem, não há sequer um.

4- Acaso não têm conhecimento estes obreiros da iniqüidade, os quais comem o meu povo como se comessem pão? Eles não invocam a Deus.

INTRODUÇÃO

No estudo sobre A IGREJA ANTE OS DESAFIOS DOS ÚLTIMOS DIAS enfocamos os principais desafios dos tempos pós-modernos no tocante às Sagradas Escrituras, a fé em Jesus Cristo e a vida cristã. Vimos que a cosmovisão humana à parte de Deus determina o modo como o povo em geral vê o mundo. Partindo dessa visão geral deformada e deturpada, o homem estrutura suas crenças e formula sua conduta de vida, deixando Deus fora do seu contexto, como se Ele não existisse.

Agora estudaremos principalmente o pós-modernismo como uma filosofia e um estilo de vida. Sua ênfase principal repita-se, é a exclusão de Deus na história, expressada pelo salmista na leitura bíblica acima. Como vimos nesse salmo e em numerosos outros passos bíblicos, os adeptos do antibíblico cosmovisão naturalista, embora se declarem sábios, são de mente entenebrecida. Ver cuidadosamente: Pv 3.7; 9.10; 14.15; Is 5.21; 47.10; Jr 4.22; Rm 1.22; 1 Co 3.19,20; Mt 11.25.

I. AS RAÍZES DO PÓS-MODERNISMO

A Bíblia declara em Ec 1.9 que nada há de novo debaixo do sol. O que aparece de novidade são roupagens da realidade que se repete desde que satanás introduziu o pé no mundo. A iniqüidade é tão antiga quanto a existência do homem. Mudam os atores, mas o enredo é o mesmo, apenas com alguns toques sutis de “modernidade”.

1. As raízes ancestrais. Assim, o pós-modernismo tem suas raízes no Éden, quando o homem rebelou-se contra Deus a fim de fazer a sua própria vontade. As marcas da incredulidade e do materialismo aparecem nos primeiros eventos da história humana, como, por exemplo, na rivalidade de Caim contra Abel (Gn 4.1-16).

Estão presentes também na sucessão dos grandes impérios mundiais vistos por Nabucodonosor como uma grande e esplendorosa estátua em seu sonho (Dn 2.31-45); entretanto, são mostradas por Deus, na visão de Daniel (Dn 7.1-14), como grandes e terríveis monstros por representarem toda a oposição humana contra os desígnios do Altíssimo. As evidencias da rebeldia humana contra Deus, da infância à velhice, d modo velado ou ostensivo, estão por toda parte deste os primórdios da criação.

2. As raízes modernas. Na atualidade, as raízes do pensamento pós-moderno vêm da denominada Era Moderna. Com o avanço do conhecimento humano à parte de Deus, avolumou-se a visão materialista, profana e incrédula da vida com todas as nuances que prevalecem no mundo atual. Em resumo, é o homem querendo assentar-se no trono em lugar de Deus. Até mesmo no terreno teológico e eclesiástico, o pós-modernismo encontra guarida.

Enquanto houve na Era Moderna, no âmbito secular, aqueles que prezavam os fundamentos justos, corretos, legítimos, inabaláveis e de inspiração bíblica da cosmovisão como norma de vida, inclusive alguns famosos cientistas e outros tantos intelectuais; outros procuravam rechaçar esses alicerces cristãos em nome de uma falsa razão que não admiti lugar para fé em Deus segundo as Escrituras. Na mente de tais indivíduos, o espírito satânico de soberba, presunção, engano e rebeldia têm um campo para atuar (Is 14.12-15), resultando no quadro que hoje aí está na sociedade em geral, sem Deus, sem salvação.

II. A FILOSOFIA PREDOMINANTE NO PÓS-MODERNISMO

Qual é a falsa filosofia predominante do pós-modernismo? Quais os conceitos, bem como as conseqüências desse vírus mato na sociedade? Que tipo de religiosidade caracteriza a época presente? Quais são os fundamentos?

1. Uma filosofia que nega a Deus e suas leis absolutas. A essência dos pensamentos pós-modernistas é a negação de Deus e de seus desígnios (v.1). Embora alguns homens da ciência admitam que, dada a precisão com que funciona o Universo, seja impossível negar a existência de uma mente superior, os teóricos da astuta cosmovisão naturalista insistem em continuar afirmando: “não há Deus”. Eles não cessam de declarar que o homem por si mesmo está sempre melhorando, progredindo.

Só há uma explicação para tamanha insensatez: a negação da existência de Deus é uma forma de escapismo para aqueles que rejeitam as leis morais divinas como referenciais para a vida e pensam está livres da prestação de contas de seus atos, naquele Dia, diante do Grande Tribunal do Soberano Deus. É uma tentativa de aliviar suas consciências perturbadas. Preferem o estado de imundícia a terem de honrar o Criador (vv. 2.3).

2. Uma filosofia que nega os conceitos de “certo” e “errado”. A conseqüência disso é a privação do discernimento do que é certo e do que é errado. A exatidão desses conceitos deve ter como ponto de partida, não primeiramente a inteligência, o raciocínio e o julgamento humanos, mas o conteúdo das Sagradas Escrituras, quando corretamente compreendidas e interpretadas. Não é o eu cada um entende como certo ou errado para si mesmo, ou seja, o que é errado para um pode ser certo para outro e vice-versa. No movimento filosófico dos pós-modernistas, o conceito de “certo” ou “errado” é uma questão de escolha pessoal. Não custa repetirmos: ignoram os absolutos morais de Deus como referência para a vida.

Assim, a idéia de família desses tais alienados de Deus não é o mesmo das Escrituras. O conceito da união conjugal viola os padrões bíblicos, que a delimitam como algo restrito ao homem e a sua mulher. A noção de respeito à vida exclui as pessoas gravemente doentes, bem como os nascituros. E o corpo humano é tratado meramente como uma questão técnica. Tudo é reduzido pura e simplesmente a verdades relativas.

3. Uma filosofia que valoriza o paganismo. O pós-modernismo tem um tipo de religiosidade adequada às suas crenças. É o velho paganismo transvestido de nova roupagem para enganar e dá a idéia de algo novo, uma vez que o povo em geral anda sempre em busca de novidades, da mesma forma que os gregos incrédulos citados em At 17.21. Na tentativa de apaziguar o ser humano em sua necessidade espiritual, o panteão pós-modernista tem espaço para deuses de todos os tipos, preponderando, hoje, a adoração do que se denominou equivocadamente de “mãe natureza”; atividade comum ao movimento religioso-filosófico Nova Era que é ocultista.

A palavra de ordem para esse tipo de convivência é a chamada tolerância religiosa. Só que essa expressão, ao invés de ser usada para referir-se apenas ao livre-arbítrio de cada um em questão de fé, é empregada, de forma unilateral e equivocada, contra os crentes em Cristo a fim de negar-lhes o direito de propagarem as suas convicções. (At 16.16-40).

III. O PÓS-MODERISMO COMO UM ESTILO DE VIDA

Por último, no enganado e também enganoso pós-modernismo, a forma de pensar determina o estilo de vida de cada pessoa. Assim, o pós-modernismo, não é só uma filosofia. Ele impõe também uma maneira de viver compatível com os seus maléficos princípios filosóficos.

1. Um estilo egocêntrico. Trata-se, sobretudo, de uma forma que privilegia o egocentrismo. É evidente, à luz da Bíblia, que todo ser humano tem inerente em si a sua individualidade. Entretanto, está não exclui ninguém da vida em comunidade, dos justos e benéficos interesses coletivos, nem da certeza de que um dia cada um há de prestar contas com Deus de todos os seus atos (1 Co 10.24; Fp 2.4; Rm 14.12).

Portanto, há enorme diferença entre a individualidade em si mesma e o estilo egocêntrico que se propaga qual epidemia na sociedade pós-moderna. Nela o homem é o centro. O fim de tudo, o topo de todas as coisas. O “eu” ocupa todo o espaço em todos os lugares.

2. Um estilo hedonista. Com um abismo conduz a outro abismo, o egocentrismo leva ao hedonismo, que é “uma doutrina filosófica, segundo a qual, o prazer individual e imediato é o supremo bem da vida humana”. O melhor símbolo para o hedonismo pós-modernista é o consumismo, que envolve quatro atitudes básicas como finalidade última da vida: ter, comer, beber e folgar.

O divino Mestre não só no sermão da Montanha, mas também quando proferiu a parábola do rico insensato (Lc 12.13-21), expressou o comportamento desta sociedade materialista que estamos abordando. Veja que o Senhor esclarece de inicio, em seguida, apresentar o personagem que é o retrato do hedonismo, em cujas atitudes aparecem os elementos a pouco descritos; ter, comer, beber, folgar.

CONCLUSÃO

Cabe reiterar que tudo isso decorre da ausência de algo bastante simples, mas ao mesmo tempo absolutamente essencial na vida do homem: a sua fé em Deus e a certeza de que Ele é o seu bem maior, que o criou com propósitos claramente definidos, entre eles o de adorá-lO e servi-lO como o Criador e Sustentador do Universo.

GLOSSÁRIO

Egocentrismo: Exclusivismo que faz o indivíduo referir tudo a si próprio; egoísmo; amor excessivo ao bem próprio, sem consideração aos interesses alheios.

Nova Era: movimento filosófico, religioso, místico e panteísta que propõe uma ligação direta do ser humano com o seu deus interior, usando o autoconhecimento e dispensando a religião.

Panteão: Templo dedicado a vários deuses; politeísmo.

Tolerância Religiosa: É o ato de respeitar confissões de fé distintas sem implicar em qualquer discriminação, rejeição e proselitismo.

Fonte: Lições Bíblicas CPAD

E agora como viveremos?

A resposta cristã para tempos de crise e calamidade moral

Comentário: GEREMIAS DO COUTO

Consultor Doutrinário e Teológico: ANTONIO GILBERTO

4° trimestre de 2005

9 de Outubro de 2005

A IGREJA ANTE OS DESAFIOS DOS ÚLTIMOS DIAS

“Porque nEle foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam denominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por Ele e para Ele” (Cl 1.16).

VERDADE PRÁTICA

Precisamos, quais atalaias do senhor, anunciar claramente os sinais dos tempos como Jesus Cristo repetidas vezes.

LEITURA BÍBLICA

2 TIMÓTEO 3.1-5

1-Sabe, porem, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos;

2-porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,

3-sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons,

4-traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus,

5-tento aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.

INTRODUÇÃO

O texto bíblico trata do modo de proceder de pessoas da igreja que, sob aparente compromisso com a fé (v.5), fazem dela instrumento para acobertar seus pecados, usos e práticas reprováveis diante de Deus, na sua conduta pessoal, no seu testemunho, no procedimento doméstico, no trato com o próximo e na sua religião simulada, como se fosse à verdadeira (Tg 1.21-27). Os tais negam a eficácia da piedade, isto é, da santidade de vida. Tudo isto, por si só, demonstra os perigos e a gravidade da época presente. O fato predito no (v.5) só pode ocorrer dentro da igreja.

Pela vívida descrição bíblica já esboçada, a passagem também retrata sem retoques a infeliz realidade dos tempos pós-modernos. Nunca ocorreu, em toda a história, uma época semelhante aos dias atuais, onde é nítida a ausência de valores, a saber, de sentimento, decoro, vergonha, moral, caráter, respeito e temor de Deus. Tais atributos constituem os verdadeiros alicerces para a vida individual e em sociedade. Contudo, o que se vê é o menosprezo a quem ainda se apega a esses princípios de vida e conduta estabelecidos por Deus, tidos pelos opositores da fé em Jesus Cristo como retrógrados, sem conteúdo ou sentido algum para a presente geração.

I. CARACTERISTICAS DOS TEMPOS PÓS-MODERNOS

Sabemos que a humanidade experimentou diferentes momentos ao logo de sua história, com características bastante específicas que contribuíram para distinguir de forma clara uma época para outra.

A Era Moderna, por exemplo, teve como marca o avanço do conhecimento humano, o advento da industrialização, a predominância da luta ideológica, a expansão da fé cristã ao redor do mundo, a proliferação das seitas e a aceitação das religiões orientais pelo ocidente.

Já nos tempos pós-modernos, nos quais estamos vivendo, são assinalados pelo progresso, mas, sobretudo pelos conflitos e contradições oriundas da Era Moderna, e possuem, por isso mesmo, características bastante peculiares. Pelo Espírito, Paulo, o homem de Deus, viu esses males da presente era dos “últimos dias”, que precedem a volta do Senhor, e previne os fiéis. Em todas essas épocas, e muito mais na atual, o homem vive a se gabar do seu grande conhecimento e dos seus feitos tecnológicos. Todavia, ele continua a regredir na verdadeira sabedoria, na retidão e moralidade, em virtude de uma vida sem Deus e progressiva pratica do pecado. (Ver Rm 3.9-18; Ef 4.17-31)

1. Uma sociedade centrada no homem. Em primeiro lugar, a sociedade pós-moderna tem como base a celebre declaração de que “o homem é a medida de todas as coisas”. Isto pressupõe a predominância da filosofia humanista que o coloca no centro do Universo em flagrante contraste com o ensino bíblico de todas as coisas foram criadas para a glória de Deus (Sl 73.25; 1 Co 10.31; 1 Pe 4.11)

A expressão que melhor se adapta a esse perfil, na leitura bíblica acima, é “amantes de si mesmos” (v.2). Tais homens consideram-se pequenos deuses capazes de impor a própria vontade como se essa fosse completa e suficiente para as realizações humanas. À semelhança de satanás (Is 14.12-15), usurpam para si o direito de soberania que pertence exclusivamente ao Todo-Poderoso.

2. Uma sociedade centrada no relativismo. Em segundo lugar, prevalece na sociedade Pós-Moderna o relativismo. Sob essa ótica, não há lugar para os valores absolutos, isto é, os princípios e ensinos imutáveis da Palavra de Deus, validos para “todas as pessoas, em qualquer época e em todos os lugares”. Estes são qualificados como impróprios por aqueles que vivem ao sabor de suas concupiscências e são prisioneiros de contextos e das convenções sociais do momento, pois “tolhem” a liberdade de tais pessoas (RM 1.18-32).

Não havendo, segundo a visão humanista pós-moderna, um padrão normativo universal, abre-se um precedente para a desordem moral e social tão em voga no mundo contemporâneo. Cada um faz o que melhor lhe parece, ao fixar suas próprias normas de conduta.

Afinal, como apregoam os que vivem na zona cinzenta, onde o certo e o errado se confundem, onde tudo é relativo (Gn 19.1-11; Jz 2.11; 3.7; 4.1; 10.6) não há nenhuma lei superior que lhe diga o que fazer. O que lhes importa é priorizar o hedonismo. O prazer e a alegria dos tais são ilusórios e pecaminosos, portanto não provêm de Deus (v.4 da leitura bíblica acima).

II. O DESAFIO DAS COSMOVISÕES DA HUMANIDADE

O quadro caótico tão bem descrito pelo apóstolo Paulo na leitura bíblica acima retrata o comportamento da sociedade nos últimos dias. É o resultado da forma como as pessoas vêem o mundo. A isso chamamos cosmovisão. Em linhas gerais, a cosmovisão de cada indivíduo se constrói a partir de sua herança cultural, religiosa e social. Se tal pessoa conhece a Deus, teme a Ele e vive para Ele, é tudo muito diferente. O legado recebido pelo homem desde a sua infância influencia modo ele se relacionará com o mundo. (Pv 22.6). Há duas grandes cosmovisões em conflito.

1. A cosmovisão naturalista. Esta primeira forma de o ser humano considerar o universo é humanista, antibíblica e anticristã. Ela exclui Deus como Criador de todas as coisas e acredita que o Universo e o homem são produtos do acaso. Seus seguidores são avessos ao conceito de soberania divina e tratam a existência da humanidade como decorrente da evolução das espécies, o que significa igualar a espécie humana a qualquer outra. Assim, a criação do homem para os tais não provém de Deus, mas de fenômenos aleatórios. Isso é fruto da ignorância e do embrutecimento do homem como resultado do seu afastamento e abandono de Deus. É a lei da sementeira e colheita (Gl 6.7-9).

2. A cosmovisão judaico-cristã. Os pontos principais da cosmovisão judaico-cristã procedem das Sagradas Escrituras: Deus é o Criador de todas as coisas (Gn 1.1), há um propósito soberano em toda a obra criada (Cl 1.13-17; Pv 16.14; Is 43.7; Rm 11.36) e leis morais como padrão de conduta para todo o ser humano (Êx 13.9; Mt 5.6-7).

Por ser fruto de revelação bíblica, esta cosmovisão é questionada por aqueles que excluem Deus da história. “Se o mundo existe independente de um Criador – afirmam – nenhuma reivindicação de planejamento e propósito para o Universo e o homem faz sentido”. Contudo, cosmovisão judaico-cristã é a única que explica com lógica perfeita a criação de todas as coisas e retrata na exata perspectiva a existência humana (Jó 12.9-10; At 17.24-26).

Por que, então os homens preferem o tortuoso caminho da cosmovisão naturalista, ímpia, incrédula e herética para explicar o mundo? Porque o “deus deste século” cegou-lhes a mente a fim de que não compreendam a verdade da revelação divina (2 Co 4.4). Não é de estranhar, portanto, que a humanidade esteja como está, na podridão moral, pois são pessoas com essa visão do mundo (a cosmovisão naturalista) que ocupa lugares estratégicos na formulação do pensamento norteador da vida em sociedade (1 Jo 5.19).

III. O DESAFIO DO MULTICULTURALISMO

1. A essência do multiculturalismo. Outro desafio para o autêntico cristão da atualidade é o do multiculturalismo, que é, em essência, a assimilação mútua de modelos culturais diversos entre os povos em virtude do fenômeno mundial da globalização.

Saiba-se que por trás do multiculturalismo está camuflado o paganismo ímpio e hostil a Deus, a negação dos valores divinos e a teoria maldita da verdade relativa. O multiculturalismo deixa claro que não há nenhuma verdade universal. As verdades são particulares e relativas e cada povo tem a sua forma de acatá-las e expressa-las, contradizendo, assim, abertamente a verdade de Deus (Rm 1.24-25).

2. A fé cristã e o multiculturalismo. Surge, então, a grande pergunta: como expressar a fé bíblica e cristã em meio ao generalizado multiculturalismo pós-moderno? Embora o quadro que acabamos de pintar mostre uma realidade repulsiva e reprovável, Deus nos chamou para viver a fé cristã nesta época da história. Precisamos discernir em cada cultura aquilo que é “bíblico, extrabíblico e antibíblico”, e equiparmo-nos com os necessários e devidos meios de instrumentos para proclamação da verdade divina sob a unção do Espírito Santo que nos capacita para isso.

CONCLUSÃO

Os desafios do pós-modernismo estão aí em resumo. Que o crente não e contamine no seu múltiplo convívio entre os seus semelhantes, nem venha a negar a eficácia de nossa santíssima fé (v.5; Jd v.20).

GLOSSÁRIO

Cosmovisão: Conjunto de conceitos, crenças e valores que uma pessoa se utiliza para compreender e formar sua opinião particular a respeito de si, dos outros, e do mundo.

Hedonismo: Teoria que considera o prazer individual e imediato como princípio e fim da vida moral.

Multiculturalismo: Teoria que admite e ensina o reconhecimento da diversidade cultural e o respeito pelas crenças, valores e atitudes dos outros.

Fonte: Lições Bíblicas CPAD

E agora como viveremos?

A resposta cristã para tempos de crise e calamidade moral

Comentário: GEREMIAS DO COUTO

Consultor Doutrinário e Teológico: ANTONIO GILBERTO

4° trimestre de 2005

2 de Outubro de 2005

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

ERA UMA VEZ UMA CORRIDA DE SAPINHOS!



Chegou o grande dia da corrida! Muitos sapinhos vieram para a prova e todos queriam ganhar e provar que conseguiriam vencer aquela grande e difícil prova. O objetivo era atingir o alto de uma grande torre.
Havia no local uma grande multidão assistindo. Começou a competição. Mas como a multidão não acreditava que os sapinhos pudessem alcançar o alto daquela torre, o que mais se ouvia era: “Que pena!!! – Esses sapinhos não vão conseguir.“
E os sapinhos começaram a desistir. Mas havia um que persistia e continuava a subida, em busca do topo. A multidão continuava gritando: “...que pena!!! – Vocês não vão conseguir.!“ E os sapinhos estavam mesmo desistindo um por um – menos aquele sapinhos que continuava tranqüilo embora cada vez mais arfante.
Já no final da competição, todos desistiram – menos ele. A curiosidade tomou conta de todos. Queriam saber o que tinha acontecido... E assim, quando foram perguntar ao sapinho como ele havia conseguido concluir a prova, aí sim conseguiram descobrir... ele era surdo!
Não permita que pessoas com o péssimo hábito de serem negativas derrubem as melhores e mais sabias esperanças de seu coração. Lembre-se sempre: há poder em nossas palavras e em tudo que pensamos e desejamos ardentemente...
PORTANTO PROCURE SEMPRE SER POSITIVO E ACIMA DE TUDO TENHA FÉ EM SI MESMO E EM DEUS.