terça-feira, 1 de janeiro de 2013

ARCA DE NOÉ OU TITANIC

“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia”(Salmo 46:1) A Arca de Noé e o Titanic são totalmente diferentes em muitas coisas, não somente no amadorismo de Noé e no profissionalismo dos construtores do Titanic, nem tão pouco no fato de uma permanecer e salvar seus tripulantes e a outra afundar e matar seus tripulantes. A Arca foi construída por amor e obediência a Palavra de Deus, o Titanic por ganância e vontade dos homens. Simbolicamente podemos tomar as duas embarcações como símbolo da vida de dois tipos de pessoas. O Titanic representa este mundo, com todas as suas classes sociais, que apesar da aparência grandiosa caminha rumo a um grande desastre chamado grande tribulação onde poucos se salvarão e com muita dificuldade. Já a Arca representa a salvação de Cristo, que pode parecer loucura aos olhos dos homens, mas nos livra da ira que virá sobre toda esta terra. Estas duas embarcações ilustram um verdadeiro provérbio bíblico “há caminhos que ao homem parecem corretos, mas o seu fim é a morte”. Os passageiros do Titanic nunca pensaram que ele fosse afundar, mesmo assim ele afundou, assim também muitos não pensam que está terra será destruída, mas será e passará por grande tormento e angústias. Ao contrário, com a Arca de Noé nada acontecerá e os seus tripulantes estarão vivos numa nova terra e céus onde reina Jesus Cristo e o seu amor. O Titanic é apenas aparência, e aparência passa. A Arca foi construída por necessidade de salvação, o Titanic por vaidade e diversão. A Arca não trazia retorno financeiro, o Titanic traria. A Arca foi construída por vontade de Deus, o Titanic por vontade dos homens. As comparações são muitas, mas o fato de ela ter sobrevivido e de ele ter afundado mostra apenas que a Palavra de Deus permanecerá para sempre, mas a dos homens, mais cedo ou mais tarde afundará para sempre. O convite de Deus é que todos nós abandonemos a confiança na sabedoria humana e aprendamos a ouvir a sua voz nos chamando para sair do Titanic e embarcar na Arca de Noé para que nossas vidas sejam salvas. Muitos ao ler estas palavras podem entender que é loucura, mas não importa o quanto pareça louca a idéia de que a Arca sobreviverá, mas o Titanic afundará, um dia isso acontecerá e neste dia eu quero estar refugiado na Arca. "Ele te cobrirá com as suas penas, e debaixo das suas asas você encontrará refúgio". (Salmo 91:4) "Ninguém achou que iria acontecer e quando aconteceu, poucos se deram conta do perigo. A orquestra tocava músicas alegres quando o navio começou a afundar e, mesmo nos barcos salva-vidas cheios de mulheres e crianças que desciam ao mar, havia muito pouco medo. Perder o Titanic era algo impensável, afinal de contas, ele jamais afundaria. Mesmo assim, o melhor navio de passageiros do mundo estava afundando. Os sobreviventes em seus salva-vidas olhavam com terror à medida que o Titanic se inclinava cada vez mais até que finalmente ficou na vertical. Foi então que o navio desapareceu, levando com ele 1.500 vidas para a fatalidade congelada."

domingo, 25 de novembro de 2012

EVIDÊNCIAS CONTRA NÓS

"Que falaremos? E como nos justificaremos? Achou Deus a iniquidade de teus servos." (Gênesis 44:16) Já quase no final do livro de Gênesis está a comovente história de José e seus irmãos. Leia-a novamente, mesmo se você já a conhece! O ódio levou seus irmãos a vendê-lo como escravo; um terrível destino o aguardava. Como se isso não bastasse, eles mentiram para seu velho pai, fazendo-o acreditar que José havia tragicamente morrido. Aqueles homens trouxeram sobre si mesmos uma enorme culpa. Mas o tempo passou e tudo caiu no esquecimento. Pelo menos era assim que eles pensavam. Talvez nem tocassem mais no assunto. Mas Deus não havia esquecido! Ele se lembra de cada ato errado, incluindo os que tentamos encobrir. Deus é santo; Ele não pode negligenciar nada. No tempo determinado, José assumiu a notável posição de primeiro-ministro do Egito. Igualmente notável foi o encontro com seus irmãos. Sem se identificar, ele os fez perceber que não estavam livres da culpa que atraíram sobre si há cerca de 20 anos. De repente, a questão ressurgiu vívida diante deles mais uma vez: Deus havia trazido à luz a iniquidade deles. Isso era uma obra divina, e não humana! Precisamos considerar esse aspecto quando cometemos faltas. A menos que sejamos perdoados, elas serão “usadas como evidências” contra nós. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9). (Extraído do Devocional Boa Semente 2012)

sábado, 24 de novembro de 2012

1 Coríntios 13


Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos; Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

terça-feira, 19 de junho de 2012

A HERANÇA PODE SER SUA

Conta-se que certo rei, sem filhos, ao fazer uma caçada, deparou-se com uma criança órfão de pai, que morava num casebre. Percebeu, de imediato, tratar-se de um garoto muito inteligente. E, sem que o menino soubesse, o monarca solicitou à pobre mãe que lhe permitisse educá-lo. Ignorando quem era seu benfeitor, o garoto começou a estudar nas melhores escolas. Aos 21 anos, já advogado, foi levado ao palácio e apresentado ao rei, que o declarou seu herdeiro e sucessor no trono. Aquele jovem jamais imaginara que um dia seria o substituto daquele que o encontrara faminto e descalço em plena floresta. Ele havia sido adotado como filho do rei. Você talvez esteja pensando como seria feliz se tivesse tido a sorte desse garoto. Provavelmente, também esteja pensando em ganhar sozinho o grande prêmio, e realizar todos os seus desejos. Se este sonho, porém, se tornasse realidade, depois do primeiro momento de euforia, viria a frustração e a certeza de que tudo no mundo é ilusão. Mas a herança que Deus lhe oferece não é terrena nem perecível, mas eterna e celestial. Trata-se da salvação que lhe foi concedida por Jesus. Ele derramou o seu sangue na cruz do Calvário para garantir-lhe o direito de ser filho de Deus. E, num futuro bem próximo, o Salvador lhe dirá: “Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mateus 25.34). O apóstolo Paulo declara: “E se somos filhos, somos logo herdeiros, herdeiros de Deus e coerdeiros de Cristo” (Romanos 8.17). Isto significa que toda a riqueza celestial será dividida entre Jesus, o Filho amada de Deus, e todos os que o aceitam como Salvador. Você deseja ser realmente feliz? Aceite a Jesus como Salvador, e torne-se um herdeiro de todas as riquezas que Jesus lhe conquistou: a salvação de sua alma, a paz, a confiança, libertação completa. Esta é a mais valiosa das heranças. (Pr. Silas Soares)

sábado, 26 de maio de 2012

A FÉ


A melhor definição para fé é a do texto bíblico introduz este comentário. Nesta acepção, ela é a base da esperança que faz o crente seguir adiante, firmado nas promessas de Deus e deixando para trás as dúvidas, incertezas e a incredulidade. Ela é o ponto de partida para o pecador conhecer ao Senhor e receber a salvação. Segundo o apóstolo Paulo, a fé nasce na vida de cada um quando se ouve a Palavra de Deus, que é também o alimento para que ela, a fé, se torne cada vez mais consolidada e robustecida, Ter fé é vital para as relações do crente com Deus. É impossível esta comunhão sem ela, “porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam” (Hb 11.6). I – A importância da fé. A - Se você percorrer a Bíblia, de Gênesis a Apocalipse, vai descobrir que ela é o livro que trata das relações do homem com Deus mediante a fé. A fé é de tal importância que o capítulo 11 de Hebreus é considerado como a galeria dos heróis da fé. Eles viveram nos tempos do Antigo Testamento e estavam firmados nas promessas de Deus para o futuro. Leia Hebreus 11. Eles olhavam para a cruz, o divisor entre a velha e a nova aliança. Por causa de sua fé foram massacrados, vituperados, perseguidos, mas em momento nenhum fraquejaram, pois estavam certos da promessa do nascimento de Jesus Cristo, não obstante a verem de longe. B – A fé no Antigo Testamento – Os crentes da atualidade, segundo o escritor do mesmo livro bíblico citado acima, são mais bem-aventurados do que os do Antigo Testamento, No caso dos crentes de hoje, a cruz já está no passado, mas projeta com segurança o fato que se Deus cumpriu a promessa que tantos os heróis da fé almejavam, mesmo que eles não a tenham fisicamente alcançado, Deus dará continuidade ao seu plano até que se consumem todas as coisas. Hb 11.40. Os servos de Deus no Antigo Testamento honraram a fé, e agora, como uma nuvem de testemunhas (Hb 12.1), esperam que os crentes de hoje, também, vão cumprir a sua parte. Só a fé os fez triunfar. Só a fé lhe fará triunfar. C – A fé na vida cristão – Tudo quanto fizermos, se não tiver a fé como base, não terá nenhum sentido. A Bíblia diz que aquilo que não se faz por fé constitui-se pecado (Rm 14.23) !Sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11.6). Porque a fé é tão importante na vida cristã? Porque se ela não estiver operando, a incredulidade predomina, gerando incertezas e fracassos. Quem duvida jamais realiza qualquer coisa para Deus. Este sentimento deixa o crente indeciso, o que compromete o seu caminhar vitorioso, pois poderá agir como Pedro que, ao primeiro momento, deu passadas firmes sobre às águas do mar, mas logo começou a afundar. A dúvida deixou-o sem saber se olhava somente para Jesus ou para as circunstâncias adversas à sua volta. D – O objetivo da fé – O autor dos Hebreus, ao concluir sua profunda reflexão sobre a fé, finaliza: “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a ignomínia, e assentou-se à destra do trono de Deus” (Hb 12.2). A fé não pode estar direcionada para outro foco. Se for o caso, não é a fé legitima que se sustenta só no Filho de Deus. Por outro lado, não se trata da fé apenas por causa das obras que ele realizou ou pode realizar, mas daquela que se traduz na certeza pessoal dada a cada crente não só para vencer circunstâncias adversas, se esta for a sua vontade, mas também para você continuar a servi-lo, ainda que seja do agrado de Cristo que você passe pelo vale da sombra da morte. Neste caso, como disse Paulo, o morrer é ganho e significa o triunfo definitivo da fé. A fé foi centrada na pessoa de Cristo que levou os amigos de Daniel a enfrentarem a fornalha de fogo ardente. Eles criam no livramento, mas também criam que aquela circunstância poderia leva-los a presença de Deus. É tanto que disseram ao rei: “Não necessitamos de te responder sobre este negocio. Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará do forno de fogo ardente, e da tua mão, ó rei. E se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste” (Dn 3.17,18). A visão de Nabucodonosor veio a confirmar esta verdade. Ele viu o quarto homem na fornalha, que não era outro senão o Filho Deus. Para os amigos de Daniel, então, não fazia diferença. Fora da fornalha tinham a proteção do Senhor, na fornalha Ele os acompanhava e se fossem levados para o Céu, ficariam para sempre na sua gloriosa e majestosa presença. Este é, portanto, o cerne da verdadeira fé: Cristo. II – As qualidades da fé. A – Fé para a salvação – Esta fé é aquela que leva o crente a reconhecer os seus pecados e a aceitar o sacrifício de Cristo em seu lugar. Ela é o ponto de partida que introduz o crente à vida cristã mediante o novo nascimento. È como a centelha que dá a partida para fazer funcionar o motor de qualquer veículo. B – Fé vitoriosa – Você vai descobrir que, no exercício da vida cristã, a fé varia de intensidade. A Bíblia fala de “pouca fé” (Mt 6.30), “tanta fé” (Mt 8.10), “fé como um grão de mostarda”(Mt 17.20) “homem cheio de fé” (At 6.5) e sobre “a medida da fé” (Rm 12.6). Isto explica porque uns fazem coisas grandes para Deus, enquanto outros vivem uma vida cristã de menor intensidade. Significa que o trabalho de cada um será, também, proporcional ao tamanho de sua fé. Só fará grandes coisas para Deus quem tiver fé abundante e fundamentada nas promessas do Altíssimo. C – Dom da fé – O Dom da fé situa-se numa dimensão mais profunda. Trata-se da manifestação sobrenatural para a realização de maravilhas, sendo uma particularidade que o Espírito concede ao crente para aquilo que for útil. Está entre os dons espirituais (1 Co 12.11). III – Os efeitos da fé. A – A fé produz salvação – Já foi dito anteriormente que a fé é a base para a salvação. Portanto, o ponto focal da nossa responsabilidade, como crente, é pregar o evangelho para que os pecadores sejam tomados pela fé, reconheçam os seus pecados, confessem que Jesus é o Filho de Deus e o aceitem como único e suficiente salvador. Esta é a mensagem que você como crente, deve levar aos seus amigos. Você precisa sentir a mesma ansiedade do apóstolo Paulo, que afirmou: “Ai de mim se não pregar o Evangelho”. Ou seja, o amor de Cristo deve constrange-lo a proclamar a palavra para produzir fé nos ouvintes para a salvação. B – A fé produz segurança – Quem está em Cristo passa a viver em segurança, mesmo que as circunstâncias à sua volta sejam adversas. Cabem, neste caso, as palavras do salmista. “pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares; ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem por sua braveza. Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo. Deus está no meio dela; não será abalada; Deus a ajudará ao romper da manhã”.(Sl 46.2-5). Isto significa que, pela fé, sempre seremos vitoriosos sobre Satanás. Se alguma circunstância levar você ao encontro do Pai, o Inimigo estará vencido para sempre, pois já não poderá intentar nenhum mal contra os salvos. Portanto se você, estiver com Cristo na terra ou no Céu, Satanás será sempre perdedor. C – A fé não vê o fracasso – Aquilo que, na visão de muitos, aparenta fracasso, para o verdadeiro crente é um meio de fortalecer a sua fé e passar a depender mais de Jesus. Quando o apóstolo Paulo afirmava que se considerava fraco, isto servia para ele entender que sem Cristo nada podia fazer. Isto o levou, inclusive, a receber do Senhor o consolo: “A minha graça te basta”. O fracasso eventual, quando olhado por este prisma, é fator de fortalecimento da fé para aprofundar a sua comunhão com Deus. D – A fé conduz a vitória – Para concluir, vale adaptar o texto de um autor desconhecido: “Enquanto a dúvida olha para baixo, a fé olha para o alto; enquanto a dúvida vê o perigo, a fé enxerga a segurança; enquanto a dúvida resvala na incredulidade, a fé se abriga no esconderijo do Altíssimo; enquanto a dúvida afunda no desespero, a fé se agiganta na esperança; enquanto a dúvida pergunta quem crer, a fé responde: “eu creio!”. A fé é o ponto vital de nossas relações com Deus. Também, ela se traduz na certeza pessoal que nos é dada por Cristo. Pode ainda chegar a conclusão, que só fará grandes coisas para Deus quem tiver fé abundante e assentada nas promessas do Altíssimo. Lembre-se que tanto a sua fé como a incredulidade podem contagiar outros que estão a sua volta. Portanto não se deixe levar pela dúvidas ou incertezas e não seja, com seus atos e palavras, um pregador do caos que instile a incredulidade nos que o cercam. Mas seja, isto sim, um proclamador da fé verdadeira, dizendo como Paulo: “tudo posso naquele que me fortalece”.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

RESTAURAÇÃO DO CASAMENTO

“Restaura Senhor a nossa sorte como as torrentes no Neguebe...” Sl 126. 4 O casamento estabelece entre esposo e esposa a mais profunda aliança que pode existir entre duas pessoas. Os dois se tornam uma só carne. A partir daí, a união entre eles deveria ser a mais forte, a mais sólida e a mais resistente, capaz de suportar qualquer ataque interno ou externo. Mas infelizmente não é assim. Todo casamento tem as suas crises e está sujeito ao fracasso. Um casamento pode entrar em crise, pode chegar à beira do abismo, pode até parecer irremediavelmente fracassado, mas também pode ser restaurado. Para isso, algumas atitudes são imprescindíveis: A VONTADE DE RESTAURAR – “Quando um não quer dois não brigam”. “Andarão dois juntos se não houver entre eles acordo?” Am 3.3. O ponto de partida para a restauração do casamento é a vontade de restaurá-lo. Quem deseja realmente restaurar o seu casamento e busca ajuda apropriada, ainda que não consiga alcançar o seu objetivo, não perde o tempo, pois ganha amadurecimento emocional, crescimento no caráter e aperfeiçoamento como ser humano. A CONFISSÃO E O PERDÃO – Quando o casamento fracassa, cada um dos cônjuges tenta jogar a culpa sobre o outro. Mas a verdade é que ambos são responsáveis pelo fracasso. E é necessário que eles reconheçam isso e peçam perdão um ao outro. Para o cristão, perdoar não é uma opção é uma obrigação. “Longe de vós toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda a malícia. Antes sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou” (Ef 4.31,32). Os amigos de Jó os acusou mas Jó os perdoou: “Mudou o Senhor a sorte de Jó, quando este orava pelos seus amigos; e deu-lhe o dobro de tudo o que antes possuíra” (Jó 42.10). A REDESCOBERTA DAS VIRTUDES – “Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo” Fp 2.3 – Os conflitos entre marido e esposa fazem afundar as virtudes e aparecerem os defeitos. Isso leva cada um a olhar pro outro e só ver os defeitos. Precisamos ter a humildade para reconhecer que o outro tem virtudes, virtudes estas que nos atraíram para o casamento e que precisam serem resgatadas e valorizadas. A RECONCILIAÇÃO COM DEUS – A restauração do casamento tem de passar pelo caminho da reconciliação com Deus. As brigas, os desentendimentos, as mágoas e os ressentimentos causados pelos conflitos conjugais levam o casal a se afastar de Deus. Felizmente o nosso Deus é um Deus perdoador. Davi afundou espiritualmente em suas crises conjugais e existenciais. Adulterou, mentiu, adulou, tramou o mal, matou... Depois se arrependeu conforme relata em alguns salmos, como por exemplo, o Sl 32.1-5. Tentar restaurar um casamento sem restaurar a comunhão com Deus é candidatar-se ao fracasso. CONCLUSÃO – O casamento pode entrar em crise, mas não precisa desfazer-se por isso. Casamentos danificados podem ser totalmente restaurados. Duas pessoas que iniciaram a mais importante e agradável aventura humana, que é o casamento, não precisam desistir diante dos empecilhos. Basta querer sinceramente e buscar de modo correto a solução.

sábado, 28 de janeiro de 2012

A "DOCE" tarefa de esperar...

Êxodo 27:14 - De maneira que haja quinze côvados de cortinas de um lado; suas colunas três, e as suas bases três. Vamos meditar nos diversos pontos deste último verso do Salmo 27. Hoje, selecionei o primeiro convite que temos diante de nós: “Esperar”. O salmista afirma: “Espera no Senhor”. Parei um pouquinho para refletir qual o propósito divino em nos fazer aguardar pacientemente suas promessas. Primeiramente, a espera nos ensina a dádiva da dependência. Você pode rapidamente se inclinar para um estilo de espiritualidade arrogante se alcançar com facilidade tudo o que quiser. O Senhor então te prova com o tempo. A espera te mantém na dependência, reconhecendo com humildade que você precisa da graça divina. A espera te tornará uma pessoa paciente. A impaciência destrói relacionamentos .Para nos purificar dessa atitude mesquinha, Deus parece demorar em agir em algumas coisas que sabemos que Ele poderia realizar em instantes. Nesse intervalo, vamos sendo modelados e a paciência vai sendo formada em nosso caráter. Por fim, a espera é um termômetro para Deus nos revelar se de fato dependemos dEle. Quando você murmura por algo que ainda não ocorreu, você está dizendo, de modo espiritual, que Deus não merece sua confiança. Que você o considera incapaz de estar liderando sua vida. É por isso que você anda aguardando tanto. Comece a descobrir o prazer de viver uma vida de constante confiança em Deus, livre de preocupações com coisas que você sabe que podem ficar em segundo plano. Só daí você descobrirá a verdadeira liberdade, a graça de viver sob o cuidado do Pai Celestial. O Pai te diz: “Espera! Seja dependente! Seja paciente! Confia em mim! Sou tudo o que você precisa, e o mais a meu tempo acrescentarei!” Esperar é o segredo! Deus te abençoe! Fonte: COMUNIDADE BOA SEMENTE.